segunda-feira, 9 de maio de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Na hora H
Afogados em desejos e medos, vencemos.
O amor mais puro se estendeu na penumbra.
A escolha fora de ambos, sem direitos, sem temores.
Sem ter tempo para erros nós chegamos aos acertos.
Palavras mil. Vontades descontroladas, carícias borbulham.
Renascemos com forças, desafios vencidos de pele a pele.
Nos encontramos num repente e de repente chegamos ao topo.
Acordamos tal qual adolescentes; tão moços, tão grandes.
Vi o tempo passar, mas todas as marcas se foram ao léu.
Foi você, meu coronel, conseguiu me cativar e delírios ousamos.
Fico tensa quando amamos, mas tu aparas minhas garras.
Concordando com meu eu, eu te quero pra caramba.
Moço, to falando pra você: Minhas curvas são só suas.
Enlouqueço o teu mundo, mas me embriago em seus braços.
Silvia Dunley 15.03.2011
Entrega
Atrevidas nossas mãos, faz-nos cega de prazer,
Nosso toque magistral descortina um cavalgar.
O seu dorso suntuoso... impera o bicho homem.
Sua língua bem felina faz contorno no meu corpo,
Delicio esse momento como gata no seu cio.
Sua voz sussurra gozos, eu divido com você,
Revivemos esses momentos com intensa ingenuidade.
Este homem bem guloso, safa a fome aos pouquinhos.
Tens o leme desse barco, tens o dote dessa dama,
Purifica o meu corpo, alicia meu pecado.
Que loucura, meu amor! Essa alcova exala amor.
Essa troca de carícias alimenta dois amantes,
Copulamos em frenesi, dou-me inteira pra você.
Silvia Dunley, 04.01.2011
Diamante bruto
Temerosa afastei-me. Prontamente agucei-me,
Assumi grandes monstros nesse mundo incolor.
Trancadas as portas, tremidas tramelas.
Dormi no breu. Guardei-me na vigília.
Vivi junto ao Forte... balas de festim.
Janelas empenadas, fantasmas à vista.
Contei, sem conter-me, os enigmas da mente,
Feria-me a alma, um Déspota havia.
São fatos de fato. Nada a temer
Cobiças certeiras num vácuo perdido.
Lapsos injustos num tempo só meu.
Teu nome ressoa no fundo da gruta.
Lapido com arte esse bruto diamante.
Garimpo na mina, o homem que amo.
Silvia Dunley, 13.01.2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Volta por cima
Sobrevivendo sob o símbolo dos desastres,
Se olha o mar com pressão ,
Se olha pro lado com preocupação.
Mas distanciam o perigo em profundo silencio.
Tantos que perderam tanto!
Um abraço e um novo começo.
Brutais condições que estão as pessoas.
Tentativas mil para conter os reatores.
Batalhas disputadas como heróis.
Dão sua vida para as vidas dessa ilha.
Na fúria de congelar o perigo humano.
A fonte do sol... Mas parece , um inferno astral.
Povo marcado.Povo guerreiro. Volta por cima.
Semana de lágrimas contidas no mundo !
Silvia Dunley 18.03.2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Magia e prazer
Nessa entrega, desintegra minha fúria,
Te envolvo em desventuras, arrepia nossa carne,
Docilmente, essa tigresa se abate nesse ardor.
Bem faminta e sedenta, tu sacias as vontades,
São cortantes os seus toques, vibram todos os desejos.
Do dedinho do meu pé até o fio do cabelo,
Sem ter culpa, sem cobranças, você marca o território.
Meu amor, que loucura! Como é boa essa entrega!
Não lhe devo nada em troca, pois te amo por inteira.
Nessa soma de amantes, já escalamos o Everest.
Entre todos os prazeres, a magia nos conduz.
Nossos corpos equilibram o calor desse amor,
Delirantes os momentos, inconsequente nossos atos.
Silvia Dunley, 10/03/2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Nosso Amor
Meus pensamentos são só seus, sem que eu os perceba.
Meus olhares te procuram lhe pedindo pra me amar.
E na magia desse desejo, te tenho loucamente nos meus braços.
E nessa troca de carícias, nos entregamos com paixão.
Nossos corpos se misturam com volúpia e prazer.
Nossas mãos vão desenhando tudo, tudo direitinho.
Vou ficando quietinha, pois você me hipnotiza.
Lentamente vou sentindo, o prazer de ser amada.
Ninguém fala, ninguém grita, a essência nos conduz.
Nossos corpos já suados se misturam pelo ar...
Vão deixando pouco à pouco, um perfume inebriante.
Somos dois em um só corpo, duas almas bem amadas.
Mas que pena quando acaba pois meu peito ainda te chama.
E espero agonizante, outra vez, tudo, tudo começar...
Silvia Dunley 16/08/2010
Meus olhares te procuram lhe pedindo pra me amar.
E na magia desse desejo, te tenho loucamente nos meus braços.
E nessa troca de carícias, nos entregamos com paixão.
Nossos corpos se misturam com volúpia e prazer.
Nossas mãos vão desenhando tudo, tudo direitinho.
Vou ficando quietinha, pois você me hipnotiza.
Lentamente vou sentindo, o prazer de ser amada.
Ninguém fala, ninguém grita, a essência nos conduz.
Nossos corpos já suados se misturam pelo ar...
Vão deixando pouco à pouco, um perfume inebriante.
Somos dois em um só corpo, duas almas bem amadas.
Mas que pena quando acaba pois meu peito ainda te chama.
E espero agonizante, outra vez, tudo, tudo começar...
Silvia Dunley 16/08/2010
Perspicaz
Lábios ousados, cor da paixão, vermelho sangue.
Corpo dourado. Delineado, gritante e desejado.
Mãos pequeninas, aveludadas, firmes ao segurar.
Olhar de pidona, um tanto irônica, distante do mundo.
Alvo de ataque dos tubarões, fuga brilhante!
Páreo difícil, quase impossível.
Leveza de um charme, desfile ao andar.
Tudo outra vez, uma grande comédia . . .
Lapidar essa essência, habilidade e destreza.
Ocultar os desejos. Bem-Feito esse jeito.
Que leva a falência de quem te almeja.
Radiante em gestos, decolagem perfeita!
Certeza de abrigo do ataque inimigo.
Mosaico perfeito nesse Mundo Mulher.
Silvia Dunley 02.12.2010
Corpo dourado. Delineado, gritante e desejado.
Mãos pequeninas, aveludadas, firmes ao segurar.
Olhar de pidona, um tanto irônica, distante do mundo.
Alvo de ataque dos tubarões, fuga brilhante!
Páreo difícil, quase impossível.
Leveza de um charme, desfile ao andar.
Tudo outra vez, uma grande comédia . . .
Lapidar essa essência, habilidade e destreza.
Ocultar os desejos. Bem-Feito esse jeito.
Que leva a falência de quem te almeja.
Radiante em gestos, decolagem perfeita!
Certeza de abrigo do ataque inimigo.
Mosaico perfeito nesse Mundo Mulher.
Silvia Dunley 02.12.2010
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